Bomba !!! Emendas milionárias são investigadas no Maranhão pela PF e pode levar deputados pra cadeia .

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A realidade política da bancada maranhense em Brasília é uma linha tênue entre o bem e o mal, ou melhor, entre o bons e os malvados, mas quem seriam os bons e os malvados nesta parceria que só em 2020 rendeu a estes, falo dos deputados federais, Josimar de Maranhãozinho e Hildo Rocha, mais de 20 bilhões de reais em emendas parlamentares? acredita-se, ser isso o grande motivo do presidente Jair Bolsonaro não enxergar aqui no estado do Maranhão, alguém que possa representá-lo a altura de suas falas e atitudes frente ao executivo do país, há quem diga que sua ida para o PL está condicionada a saída do atual presidente do partido no estado, o deputado Josimar de Maranhãozinho.

A parceria entre estes dois parlamentares federais e todo o centrão, de fato é algo questionável, pelo ponto de vista moral e pela falta de ética na política, fato este que gerou uma série de chamamentos judiciais por parte da PF, e que hoje trafega pelo STF, com muitos desdobramentos, movimentações e prisões, fato ocorrido no estado no final do ano passado.

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A PF acredita que tais emendas estavam servindo como motivo para extorsões junto a algumas prefeituras.
A primeira ação da PF no estado do Maranhão, foi a prisão do agiota Josival Cavalcante da Silva, o Pacovan, em dezembro de 2020, na operação contra suspeita de extorsão ao prefeito de São José de Ribamar, Eudes Sampaio (PTB).

Batizada de Ágio Final, a ação cumpriu três mandados de prisão e sete de busca e apreensão, em São Luís, São José do Ribamar, Itapecuru Mirim e Pindaré Mirim. Nesta operação, também foi autorizado afastamento do sigilo de dados telefônicos dos investigados. Segundo a PF, os investigados exigiam pagamento de parte dos recursos públicos federais destinados ao município, sob o pretexto de ter incluído na destinação das verbas.
As investigações continuaram, e novas operações estão em andamento, pois é justamente no orçamento paralelo que reside toda investigação da PF. Becman Alex: Investigados: Emendas bilionárias em 2020, pode ser a chave da parceria entre parlamentares da bancada maranhense, agiotagem com dinheiro público e a desgraça do povo maranhense : O deputado Hildo representando a oligarquia, Josimar balançando no apoio do presidente Bolsonaro ao PL, o senador Roberto Rocha dizendo que nada sabe sobre o assunto e o PL Brasil, afinal, em quem acreditar?

Os alvos, alguns que integram a bancada federal do Maranhão, tanto da Câmara quanto do Senado, onde se investiga com riquezas de detalhes algumas coincidências no números apresentados em suas prestações de contas. Vale lembrar, que em 2020, alguns projetos de lei foram reprovados, e o objetivo fim, pode ter sido a troca dos votos por emendas (projetos de lei que seriam macro a todo povo brasileiro), e as suspeitas apontam para os envolvimentos Roberto Rocha, Josimar Maranhãozinho, Pastor Gil e Hildo Rocha em desvio de emendas.

“A documentação obtida com exclusividade por um blog da capital e compartilhada com o site ocronistainf, mostra que os investigados são os maranhenses Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA) e Hildo Rocha (MDB-MA), além do senador Roberto Rocha (PSDB-MA). Embora eleito pelo estado de Sergipe, o deputado federal Bosco Costa (PL) também é alvo da investigação”.

Sigiloso, o inquérito foi aberto com base em anotações manuscritas e mensagens em aparelhos celulares apreendidas no bojo da Operação Ágio Final, em que algumas prisões foram feitas em dezembro de 2020, com objetivo de desarticular supostos esquemas de extorsões contra prefeituras maranhenses que foram beneficiadas com emendas destinadas por diversos congressistas (em especial, os investigados).

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A citação aos parlamentares e o fato dos valores discriminados nas anotações serem idênticos aos valores das emendas destinadas não configuram prova do envolvimento deles nos crimes apurados, mas os indícios levaram a PF a investigar a suposta conexão. No sul do Maranhão e região tocantina, onde alguns desses parlamentares são tidos como santos, há curiosidades paralelas em algumas emendas enviadas pelo deputado Hildo Rocha, à Açailândia (casos do mercado da Vila Ildemar e emenda aditiva do CIE, entre outras) e de Josimar de Maranhãozinho que insiste na construção de uma creche no bairro Jardim Aulídia.

Procurados, Roberto Rocha, Hildo Rocha e Josimar, retornaram o contato. Com espanto, assim foram as respostas de todos que responderam o chamado para esclarecimentos.

“Eu investigado?? Por quem e por que??? Então estão investigando 81 senadores e 513 deputados. A menos que alguém tenha colocado meu nome em algum desses inquéritos. Eu até imagino quem seja”, respondeu o senador tucano, sem entrar em detalhes a respeito da suspeita apurada pela PF nem sobre quem teria “colocado” o nome dele na apuração.

Já o emedebista, em nota enviada por sua assessoria, ressaltou haver presidido nesta semana audiência pública da Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara dos Deputados, na qual teve a participação do ministro da CGU (Controladoria-Geral da União), Wagner Rosário. Durante a apresentação de relatórios de auditorias feitas em convênios e aquisições de equipamentos com recursos federais, Rosário revelou a possibilidade de haver negociatas com emendas parlamentares.

“Segundo ele, a CGU em conjunto com a Polícia Federal e o Ministério Público Federal estão apurando possíveis irregularidades realizadas com emendas. Entretanto, não foram apontados nomes de investigados”, disse Hildo Rocha.

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De acordo com a documentação ao qual o blog da capital teve acesso, o inquérito que apura os fatos foi originalmente instaurado pela Delegacia de Repressão à Corrupção e Crimes Financeiros da Polícia Federal no Maranhão, quando buscava apurar suposta prática de associação criminosa e tráfico de influência que seriam encabeçadas pelo agiota Josival Cavalcante da Silva. Conhecido como Pacovan, ele, dono de postos de gasolina no estado que seriam usados para lavagem de dinheiro – dois deles adquiridos recentemente pelo senador Weverton Rocha e o prefeito de Igarapé Grande, Erlânio Xavier, ambos do PDT. À época, a compra não foi declarada.

Fonte ( Ricardo becman .) E jornal da Globo .


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